O Governo Federal confirmou que o SUS vai entrar de vez na era da blockchain.
Uma nova parceria entre o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e o CNPq vai apoiar pesquisas e projetos de Saúde Digital, começando por prontuário e prescrição eletrônica.
A blockchain pode resolver alguns dos problemas mais antigos do SUS, começando pela perda e fragmentação de prontuários.
Hoje, cada hospital ou posto usa um sistema diferente, e muitas informações ainda circulam em papel, o que faz com que o histórico do paciente se perca entre cidades e atendimentos.
Outro ponto crítico é a transparência no uso do dinheiro público. Casos de superfaturamento e desvio de recursos são comuns, e difíceis de rastrear sem tecnologia.
Também há o problema da falta de integração entre sistemas de saúde estaduais e municipais. Hoje, cada um funciona isoladamente, o que atrasa diagnósticos e impede a troca eficiente de informações médicas.
Com a blockchain, seria possível criar uma infraestrutura digital unificada, que permita interoperabilidade total entre hospitais, laboratórios e secretarias.
Se der certo, o que antes era lentidão e burocracia pode virar o maior case de tecnologia pública do país ✅


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