A “bomba” veio direto de Washington!
Donald Trump decidiu mirar o Brasil com a maior tarifa de importação entre todos os países listados em sua nova rodada de sanções comerciais.
A partir de 1º de agosto, produtos brasileiros pagarão 50% de imposto para entrar nos EUA. Isso mesmo, cinquenta por cento! Mais do que os 30% impostos à própria China.
E tudo isso embalado num discurso inflamado em que Trump acusa o Brasil de ser injusto no comércio e de perseguir o ex-presidente Bolsonaro. Pois é, a treta é global!
A resposta do presidente Lula foi no melhor estilo “Brasil não é colônia de ninguém”. Ele bateu o pé, falou de soberania e avisou que, se os americanos subirem o tom, o Brasil responde na mesma moeda.
E enquanto isso, o Supremo garantiu que a pressão gringa não vai atrapalhar o julgamento de Bolsonaro.
Só que os mercados não curtiram nem um pouco: o Ibovespa afundou, o dólar disparou e os investidores entraram em modo pânico.
Diante dessa instabilidade toda, o que fazer?
É aí que o Bitcoin começa a brilhar. Em tempos de tensão geopolítica, moeda desvalorizando e incerteza institucional, o criptoativo vira uma espécie de porto seguro digital.
Sem depender de governos, sem fronteiras e imune a tarifas, o Bitcoin pode ser a válvula de escape para quem não quer ficar refém de brigas entre potências.
Se o comércio global vai virar campo de batalha, talvez seja hora de finalmente começar a pensar fora do sistema tradicional ✅


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